quinta-feira, 29 de novembro de 2007

investment grade

Para Merrill Lynch, Brasil será investment grade no segundo semestre de 2008

Por: Juliana Pall Farias
29/11/07 - 14h01
InfoMoney

SÃO PAULO - As conquistas macroeconômicas alcançadas pelo Brasil nos últimos anos - estabilidade da inflação, câmbio flutuante e responsabilidade fiscal - criaram uma sólida base para que, no segundo semestre de 2008, o país alcance o tão esperado grau de investimento.

Tal visão é de Pedro Martins, estrategista de renda variável para América Latina da Merrill Lynch, exposta no 4º Seminário Anbid de Mercados de Capitais nesta quinta-feira (29).

E os pilares que guiarão o Brasil ao grau de investimento são estruturais, já que, ao contrário do que se acredita, a expansão da economia doméstica é movida pelo consumo interno, e não pela oscilação dos preços de commodities no setor externo.

Embora o Brasil ainda seja fortemente associado a uma economia dependente de commodities, 80% do PIB (Produto Interno Bruto) é direcionado a consumo público e privado. "O que move este país para frente ou para trás em crescimento é a atividade doméstica", disse o estrategista da Merrill Lynch.

Selic a 8,5% em menos de três anos
Com o grau de investimento, o Brasil também terá margem para convergência da curva de juro e continuidade do processo de redução da taxa Selic. Para Martins, com o investment grade o Brasil terá condição de criar sua própria curva de juros doméstica. Por conseqüência, a renda fixa atualmente muito concentrada no curto prazo poderá ampliar a curva.

Adicionalmente, o processo de cortes no juro básico doméstico poderá ser retomado. A visão do banco de investimentos é que ao longo dos próximos anos a política de redução da taxa Selic tenha continuidade, com uma estimativa - classificada por Martins de "grosseira" - de um ponto de convergência próximo de 8,5% ao ano em um prazo de 2,5 a 3 anos, ou mesmo antes.

Só falta regular!
A melhora do cenário macroeconômico doméstico também foi destacada por Carlos Geraldo Langoni, diretor do Centro de Economia Mundial da FGV (Fundação Getúlio Vargas), no seminário promovido pela Anbid.

Para Langoni, o Brasil caminha para um novo padrão de desenvolvimento - qualitativamente superior - e um novo estágio de crescimento sustentado, associado a baixa inflação, que converge a melhoras não só econômicas, mas também sociais, com o casamento de crescimento com redução na pobreza e melhoria da distribuição de renda.

"Nós precisamos é consolidar este processo, tornar esse processo irreversível - pra isso falta muito pouco -, retomar as grandes reformas, principalmente a tributária, e avançar no processo de abertura da nossa economia, que é o ingrediente fundamental para que o Brasil de fato possa alcançar um novo nível de crescimento potencial e muito menos volátil, bem mais estável do que aqueles que experimentamos no passado", conclui Langoni.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

FUNDO

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VALE?

Citi recomenda compra agressiva de ações da Vale em caso de queda adicional

Por: Gustavo Kahil
27/11/07 - 19h52
InfoMoney

SÃO PAULO - A magnitude de movimentos de correção dos papéis da Vale do Rio Doce normalmente estende-se entre 20 a 30%, avaliam os analistas do Citigroup em relatório publicado nesta terça-feira (27).

Desde o último pico, a desvalorização já alcançou o nível entre 14% a 18%, o que aproxima este momento dos anteriores, abrindo um espaço interessante de entrada, diz o banco.

"Cada período de correção é diferente, mas nós recomendamos uma posição agressiva se houver mais uma queda por volta de 10%".

Risco de crescimento
Segundo os analistas, uma desaceleração da economia segue como o principal risco para a mineradora, mas ainda é muito cedo para repassar estas preocupações para as projeções de crescimento da Vale.

Além disso, os analistas acreditam que a recente movimentação de consolidação do setor no mundo contribuiu para o declínio dos papéis, já que os investidores ficaram preocupados com uma nova grande oferta da companhia.

Para o Citi, a Vale continua compradora, mas seria uma surpresa a aquisição de algo muito grande nos próximos doze meses.

sábado, 17 de novembro de 2007

FUNDOS DI, RENDA FIXA X AÇÕES

Fundos DI e renda fixa: retorno e captação explicam perda de market share

Por: Juliana Pall Farias
16/11/07 - 20h00
InfoMoney

SÃO PAULO - A trajetória de perda de espaço dos fundos de renda fixa e DI no mercado doméstico não é recente. Ao final de 2000, estes fundos respondiam por, respectivamente, 55,20% e 30,76% do patrimônio líquido (PL) doméstico total. Atualmente, esta participação está em 32,44% e 15,37%, na mesma ordem.

Neste período, o PL total da indústria brasileira de fundos de investimento passou de R$ 297,104 bilhões para R$ 1,104 trilhão, o que representa um avanço de 271,5%. Em outras palavras, os fundos de renda fixa e DI não acompanharam o crescimento da indústria doméstica de fundos, mostrando desempenho aquém da média nos últimos anos.

Participação percentual das principais categorias de fundos no patrimônio líquido total*
Período Renda Fixa Refer. DI Multim. Ações Previd. Privat. Outros
2000 55,20% 30,46% 4,16% 7,28% 0,78% 0,84% 0,10%
2001 37,42% 29,34% 22,46% 6,41% 1,44% 0,72% 0,08%
2002 33,97% 25,41% 26,64% 7,84% 2,98% 1,33% 0,10%
2003 34,70% 22,39% 28,55% 6,95% 4,48% 1,29% 0,29%
2004 31,30% 22,44% 29,67% 7,27% 6,03% 1,31% 1,18%
2005 40,70% 23,59% 17,69% 7,09% 7,04% 1,47% 2,12%
2006 33,80% 20,40% 22,50% 8,60% 8,00% 1,60% 4,90%
2007** 32,44% 15,37% 24,58% 11,36% 8,08% 3,04% 5,12%
*Relação percentual entre o patrimônio líquido de cada categoria de fundo com o patrimônio líquido total doméstico
**Até 9 de novembro

São dois os motivos que explicam este movimento: baixa rentabilidade e captação líquida negativa. A rentabilidade média dos fundos de renda fixa (ponderada pelo PL de cada tipo de fundo listado pela Anbid) no acumulado de 2007 e nos últimos doze meses é de 10,61% e 12,50% respectivamente. Pelos mesmos critérios, os fundos DI tiveram retorno inferior, de 10,24% e 11,95%.

Apenas a título de comparação para o mesmo período, os fundos "ações setoriais telecomunicações", que apresentam o pior desempenho entre as onze diferentes categorias de fundos de ações listadas pela Anbid (Associação Nacional dos Bancos de Investimento), superam ambas as marcas, com retornos respectivos de 13,39% e 15,79%. Na média, os fundos de ações renderam, nestas mesmas bases de comparação, 45,27% e 58,76%.

Na contramão do mercado de fundos
O segundo fator que leva os fundos de renda fixa e DI a perder espaço no mercado doméstico é o fraco desempenho da captação. Embora, no acumulado de 2007, os fundos de renda fixa mostrem captação líquida superavitária de R$ 6,014 bilhões, nos últimos doze meses os resgates superam as aplicações em R$ 4,325 bilhões.

Neste quesito, os fundos DI novamente mostram desempenho inferior. Em 2007, a captação líquida é deficitária em R$ 13,432 bilhões, enquanto no acumulado dos últimos 12 meses o saldo fica negativo em R$ 20,346 bilhões.

Prova de que os fundos de renda fixa e DI caminham na contramão do mercado é que, em ambas as bases de comparação, o mercado doméstico de fundos de investimento registrou captação líquida superavitária em, respectivamente, R$ 63,287 bilhões e R$ 57,619 bilhões.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

BM&F

Flipper ou longo prazo? Avalie os pontos fortes da BM&F antes de decidir

Por: Camila Schoti
13/11/07 - 10h30
InfoMoney

SÃO PAULO - Antes da oferta pública de ações da Bovespa Holding, a venda de papéis provenientes de IPO (Initial Public Offering) em seu pregão de estréia parecia depender - ao menos para quem não tinha horizonte de investimento de longo prazo - majoritariamente da variação no preço dos papéis na ocasião da estréia na Bolsa.

Este quadro, porém, parece ter sido alterado pela política anti-flipper adotada na oferta da Bovespa Holding e, agora, na oferta pública de ações da BM&F(Bolsa de Mercadorias & Futuros). Com a adoção dessa política, a decisão de venda dos papéis adquiridos no período de reserva em seu pregão inicial deve passar também pela possibilidade de exclusão de alguma oferta pública futura.

BM&F: vale a pena segurar?
Uma ponderação ex-post da oferta da Bovespa, por exemplo, sugere que quem resistiu à valorização de 52,13% que os papéis registraram em seu pregão de estréia e não os vendeu até o dia 31 de outubro, um dia após a data de liquidação, acumulou, até então, ganhos de 41,30%. Até a última sexta-feira, porém, os ganhos chegaram a 60,87%. Entretanto, é comum que nos períodos subseqüentes à estréia de ações de IPOs verifique-se um ajuste nas cotações dos papéis.

Em todo caso, a tendência que as ações apresentarão após suas estréia não depende de um fator único, mas esta estará sujeita, sobretudo, às condições do mercado e do perfil da empresa, seu desempenho operacional e financeiro e as perspectivas para seus negócios.

Portanto, avaliar se vale ou não a pena vender os papéis da BM&F em seu pregão de estréia, ou se estes apresentam boas perspectivas de longo prazo, está longe de se limitar a avaliar o desempenho passado de ofertas públicas de ações anteriores.

Afora o próprio perfil do investidor, o custo de oportunidade e as perspectivas para o cenário macroeconômico, que se configura como um risco ao mercado acionário em geral, não se limitando, portanto, apenas a esta ou aquela empresa, é preciso olhar com algum cuidado para a empresa, seus negócios e resultados e com a BM&F não é diferente.

Atenção ao que é fato
A BM&F é a maior bolsa de futuros da América Latina e uma das maiores do mundo em número de contratos negociados. No ranking global, perde apenas para a Chicago Mercantile Exchange, Eurex Deutschland e Euronext, segundo informações disponíveis no prospecto preliminar da oferta.

No acumulado deste ano até o mês de setembro foram negociados em média cerca de 1,8 milhão de contratos de derivativos por dia, evolução de aproximadamente 61,6% frente ao mesmo período do ano anterior. No período de quatro anos encerrados em 30 de setembro de 2007, a taxa anual composta de crescimento em termos de quantidade de contratos negociados da BM&F foi de 35%.

A BM&F, que destaca as taxas de crescimento dos mercados de derivativos brasileiro superiores às taxas internacionais, afirma ainda que este mercado tem forte potencial de crescimento futuro.

As principais linhas do resultado da BM&F no período compreendido entre janeiro e setembro de 2006 frente ao mesmo período de 2007 também apresentaram expressiva evolução, confira na tabela abaixo:

(em R$ milhões) 9T06 9T07 %
Receita Líquida 219,6 292,6 +33,24%
Ebitda* 64,9 136,5 110,32%
Lucro Líquido 143,1 222 55%
* Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização

De acordo com a empresa, sua principal fonte de receitas são os emolumentos, isto é, a cobrança de taxas pela utilização de seus sistemas de negociação e pelos serviços prestados por suas Clearings, que atuam como contraparte central garantidoras das operações registradas, as quais decorrem taxas que representam os custos operacionais de seus clientes, como taxa de registro, taxa de permanência e taxa de liquidação.

Estratégias de negócios
Em relação à sua estratégia, a BM&F esclarece em prospecto que os pontos-chave desta são a ampliação do volume negociado por clientes estrangeiros, através do desenvolvimento - já em curso - de mecanismos que diminuirão seus custos que facilitarão sua participação nos mercados da BM&F e o desenvolvimento de nova plataforma eletrônica de negociação, com início de funcionamento previsto para 2008.

Está previsto também o desenvolvimento de nova plataforma de registro de operações de derivativos de balcão, o lançamento de novos produtos, como o contrato futuro de credit default swap (CDS) da dívida externa brasileira, expansão das atividades de Clearing de Ativos, expansão da atuação do Banco BM&F e busca de novas alianças e parcerias.

Não se pode perder de vista, porém, que tão importante quanto avaliar as qualidades e características da empresa, é a avaliação dos riscos inerentes aos negócios da empresa. Conhecer a empresa, seu mercado de atuação, seus riscos e os cenários aos quais esta pode estar exposta é essencial para quem planeja ter em sua carteira ativos cujo horizonte de retorno é de longo prazo.

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Semana de agenda cheia pode mitigar clima ameno visto nesta segunda-feira

SÃO PAULO - Depois de uma semana marcada por forte volatilidade nas bolsas globais, com o noticiário corporativo e as palavras de Bernanke levando os principais índices de Wall Street ao menor patamar dos últimos dois meses, a ausência de fatores negativos traz um clima mais ameno aos mercados globais nesta manhã.

O dia é de agenda fraca nos EUA, que celebram o feriado nacional de Veterans Day e têm o mercado de títulos fechado. Nenhuma empresa de maior projeção divulgará seu balanço trimestral e, até então, o noticiário corporativo não traz maiores preocupações, sobretudo com novos desdobramentos da crise subprime.

O encerramento em forte queda das bolsas asiáticas nesta segunda-feira (12) ainda reflete o mau-humor de Wall Street na última sessão. Na Europa, as bolsas operam sem tendência definida, enquanto os mercados futuros nos EUA apresentam tímidas variações. O petróleo, por sua vez, cede à realização e opera no vermelho.

Até quando?
A dúvida que fica é até quando os investidores podem contar com esta aparente calmaria. Se a segunda-feira é de agenda econômica pouco expressiva, dos próximos dias da semana não se pode dizer o mesmo. Além disso, o noticiário corporativo pode trazer surpresas pouco favoráveis, a exemplo do que ocorreu na última semana.

A AGK Corretora de Câmbio traça os principais fatores que pedem atenção. Dados apontando inflação em alta e atividade em desaceleração devem trazer ainda mais incertezas sobre o futuro da economia norte-americana e sobre os próximos passos do Fed para o juro básico do país.

As notícias e resultados negativos dos setores financeiro e imobiliário também podem reforçar o sentimento negativo e a aversão ao risco, assim como o dólar mais fraco e o preço do petróleo em patamares tão elevados. A corretora espera que tais pontos sirvam de referência para o ajuste de posição dos mercados, contribuindo para manter a tensão e a volatilidade próximas do ambiente de negócios.

A AGK não é a única a ter esta opinião. Fazendo um balanço dos recentes indicadores da economia norte-americana, o banco de investimentos Wells Fargo lembra que os impactos do subprime sobre o lado real da economia do país, até o momento pouco presentes nos indicadores - a não ser pelo setor imobiliário - podem vir à tona nos próximos meses, pedindo cautela não só dos investidores, mas também do Fed.

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Gráficos

Em breve estaremos normalizando a edição dos gráficos.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

TRADES LISTADOS


Conforme os últimos posts de ações em pontos interessantes (6 gráficos), apenas 1 teríamos sido stopados. Abaixo segue gráfico de Lupatech. O ponto verificado : correção até topo anterior e LTA, MME 10 e formação de martelo com volume acima da média. A idéia era comprar a romper a máxima deste martelo com stop na mínima,porém como dia 25/10 perdeu este ponto, sairíamos do trade stopados.

sábado, 27 de outubro de 2007

BOVESPA E BM&F

Após o lançamento das ações da Bovespa Holding que teve valor de mercado em torno de R$ 6,6 bilhões (e procura de R$ 20 bilhões) no lançamento valorizou 52%, teremos nos próximos meses o da BM&F no valor de mercado estimado em R$ 13 bilhões. Vamos aguardar e quem sabe ganhar mais uns 50% ( quem sabe num capital maior ).

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

America Latina

BOVH3

Investidores prioritários vão levar até R$ 12,1 mil em ações da Bovespa

Por: Camila Schoti
25/10/07 - 09h21
InfoMoney

SÃO PAULO - Após os coordenadores da oferta pública de ações da Bovespa Holding alterarem o intervalo estimado para o preços das ações de R$15,80 a R$ 18,50, para R$ 20 a R$23,00, seguido pela precificação no limite superior das estimativas, a Bovespa Holding informou o rateio da maior oferta pública dos últimos anos.

De acordo com o comunicado, os pedidos de reserva de investidores de varejo considerados prioritários foram atendidos integralmente até o valor de R$ 12.098,00, o que corresponde ao montante de 526 ações.

Já os pedidos de reserva de investidores de varejo considerados não prioritários, aqueles que após a liquidação das negociações no dia de estréia das ofertas, estavam com posição inferior a 80% do montante adquirido em pelo menos três das quatro IPOs consideradas pela Bovespa, não foram atendidos.

Além disso, as "Pessoas Vinculadas" foram excluídas da oferta de acordo com o Comunicado ao Mercado publicado no dia 23 de outubro. A liquidação financeira da operação está marcada para o dia 30 de outubro.

Dados da oferta

Considerando as 250.492.283 ações distribuídas, a instituição captou um montante de R$ 5,761 bilhões, a maior captação dentre todas as ofertas realizadas desde a reabertura do mercado (em 2004), superando a Redecard. Este montante ainda pode ser elevado em até 15%, caso os coordenadores da oferta exerçam a opção de lote suplementar de ações.

Operação da Oferta Quantidade de papéis
Distribuição Pública Secundária 250.492.283 ações ordinárias
Opção de Lote Suplementar * Até 37.573.842 ações ordinárias
Intervalo de Investimentos aceitos na Oferta de Varejo R$ 3.000,00 -
R$ 300.000,00
Investimentos aceitos na Oferta Institucional Não há intervalo mínimo ou máximo nos Pedidos de
Reserva de Investidores Institucionais**
* Até 15% da quantidade de ações inicialmente ofertada, em caráter de oferta secundária
**Exceto para pessoas físicas e determinadas pessoas jurídicas, além de clubes de investimentos, cujos investimentos devem exceder o montante de R$ 300 mil

Confira a agenda completa da oferta:

Os papéis da holding serão negociados sob o código BOVH3 e estrearão no Novo Mercado da Bovespa na próxima sexta-feira, 26 de outubro.

Eventos da Oferta Data
Publicação de Aviso ao Mercado e Início do Procedimento de Bookbuilding 5 de outubro
Início do Período de Reservas 15 de outubro
Encerramento do Período de Reservas 23 de outubro
Fixação do Preço por Ação (encerramento do Procedimento de Bookbuilding) 24 de outubro
Início do Prazo para Exercício da Opção de Lote Suplementar 26 de outubro
Início das negociações na Bovespa 26 de outubro
Encerramento do Prazo para Exercício da Opção de Lote Suplementar 26 de outubro
Liquidação Financeira da Operação 30 de outubro
Data limite para a publicação do anúncio de encerramento da oferta 30 de novembro

Rossi Resid

Votorantin

Lupatech

Marcopolo

Klabin

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

COPEL


Conversei com o Felipe da SIM e a estratégia foi a seguinte: Rompimento da LTB com barra extensa e alto volume, a idéia seria atingir pelo menos o TH. Acabou não confirmando. Em gráfico com periodo maior Copel está em clara tendência de alta.Pelos indicadores deve formar um repique nos próximos dias, o que serviria para uma saída com mínimo preju ou quem sabe pequeno lucro.

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

PRIMEIRO MILHÃO

Segue link para cálculo do que será necessário para a obtenção do primeiro Milhão (não é um milho grande hein!!) Existem outras calculadoras no site bem legais.

Calculadoras

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Investir na bolsa não é apenas coisa de gente grande: Eles querem correr risco

Eles são jovens, muito jovens. Alguns nem chegaram aos 15 anos. Mas ao contrário dos demais adolescentes, o risco que gostam de correr não é praticando esportes radicais. Imersos no boom dos pregões, eles aplicam na bolsa e vibram com cada sobre-e-desce de ações com a mesma paixão de uma final de campeonato esportivo. Descobriram cedo que poupar no cofrinho pode não ser o melhor investimento. Stéfano Spinelli tem 13 anos e sempre gostou de jogos de videogame. Mas desde o início do ano trocou seu console de Play Station pelo simulador de investimentos da Bovespa. “Não tinha idéia de como funcionava o mercado financeiro”, relembra. Ficou mais de seis meses estudando, e só depois pensou em investir. “Estudei análises gráficas e durante um mês acompanhei o desempenho de cada ação”, conta. Então, Stéfano pediu ao pai, Delanei, que abrisse uma conta em uma corretora de valores, e há um mês ele administra uma carteira composta por papéis como Vale do Rio Doce, Eletrobrás e Marcopollo. “Neste mês, só com uma ação tive 35% de rentabilidade”, diz. O dinheiro administrado continua sendo do pai, mas Stéfano ganhará 25% do rendimento. “Ele sabe que eu sou competente”, comemora.

Tanto nas corretoras de valores quanto nos bancos, menores de idade não podem ser titulares de contas de investimento. Eles podem operar somente as contas dos pais. Este também é o caso de João Pedro Durães, de 16 anos, que está só aguardando a finalização dos trâmites legais para começar a investir. Aplicará 80% de seu capital em Petrobrás e Vale do Rio Doce. “São as mais líquidas”, diz ele. Os outros 20% utilizará para lances mais ousados. “Farei operações de day trade”, planeja. João Pedro já tem metas traçadas para o futuro. “Quero trabalhar no mercado financeiro”, diz. A paixão do garoto pelo tema é tanta que ele usa o dinheiro da própria mesada para assinar publicações do setor. Diferentemente dos outros dois, Tomás Botelho, de 17 anos, aplica sozinho. Após a morte de seu pai, em 2006, tornou-se legalmente emancipado, e desde então começou a operar o Home Broker da Ágora, sua corretora. Em sua casa, investir na bolsa nunca foi novidade. “Eu sempre soube que investiam, mas nunca me interessei”, relembra. Em 2006, a economia começou a chamar mais sua atenção, e desde novembro ele investe em ações. Por ter especialistas na família, Tomás é guiado estritamente pelos gráficos. “Não penso em curto, médio ou longo prazo. Faço o que o gráfico manda”, diz. Com um perfil mais arrojado de investimento, entre seus papéis estão Klabin e Positivo. “Se eu não for ousado agora, quando vou ser?”, questiona. O garoto freqüenta eventos financeiros e até deixou de ir à escola para assistir a Expo Money, feira de educação de investimentos.

Para os adolescentes que ainda não se sentem preparados para o risco, há fundos apropriados para menores. A Coinvalores Corretora possui o Coin Kids, que tem a própria criança como titular. Com 130 cotistas de até 17 anos o fundo já acumula 79,12% de rentabilidade nos últimos 12 meses. “É uma alternativa bem mais rentável que a caderneta de poupança”, diz Marcelo Rizzo, consultor da Coinvalores. Já a Spinelli Corretora possui o Vida Feliz, que começou como Clube de Investimento para crianças e acaba de virar fundo. “Estamos planejando educação financeira para os clientes mirins”, comenta Manuel Lois, diretor de novos negócios da corretora. Mas enfrentar todos os percalços do mercado com tão pouca idade exige maturidade dos pequenos. “A emoção do ganho pode fazer com que o jovem desconsidere o risco”, alerta o consultor financeiro Gustavo Cerbasi. De acordo com o especialista, o essencial é que o jovem reconheça seu papel de aprendiz nesse processo. “Ele não pode virar um jogador.”

terça-feira, 9 de outubro de 2007

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

GGBR4




A pedido do meu grande amigo e irmão Leandro, seguem os gráficos no qual fiz uma comparação da GGBR4 do momento atual com o ano passado. Verifiquem que o ponto atual caso 1 é muito parecido com o caso 2. Se ocorrer o rompimento do topo anterior(TA) ocorrerá também o cruzamento da linha do ADX pela DX+ (igual ao caso 2). Se isto se repetir poderemos estar fazendo uma perna de alta igual a do caso 3, subindo neste caso de 40,00 até 52,00, ou seja 30% no periodo de 3 meses.

Obs.: Acho que um ponto interessante de compra teria sido no triangulo azul do caso 1.

Para verificar o nome dos gráficos (caso 1,2 e 3) clic no mesmo e verifique o título. Caso não tenha ficado claro amanhã poderei melhorar a explicação.

terça-feira, 2 de outubro de 2007

O quanto você quer ficar rico?

Encontrei esta bem interessante, principalmente para ser analisada para os anos futuros....



O quanto você quer ficar rico?

"Cada um de nós que procura o mercado de renda variável vem com um objetivo: seja constituir uma poupança, remunerar melhor o seu capital, criar condições para viver uma aposentadoria tranquila e em muitos casos, talvez a grande maioria, a meta seja mesmo FICAR RICO!

E alguns, eventualmente, largam suas profissões para dedicarem-se exclusivamente ao mercado. Considero isto um tanto temerário, visto que a bolsa não paga salário nem oferece garantias de rendimentos. Entretanto, pode proporcionar excelentes lucros quando comparada às aplicações em renda fixa.

Mas é preciso estudo, conhecimento das técnicas, desenvolver um método confiável para, posteriormente, criar estratégias vencedoras, em função do momento atual, que nos permitam assumir posições favoráveis diante do comportamento futuro do mercado. Seja ele qual for, dependendo do perfil operacional do investidor e sua capacidade de tolerar riscos: para os mais conservadores é importante saber selecionar bem os ativos para montar uma carteira (através da análise dos fundamentos das empresas) e definir os pontos ideais de entrada (usando os gráficos e a análise técnica) para carregar a posição; os moderados, quando visam uma especulação de curto/médio prazo devem, além do exposto, traçar um plano que estabeleça não só as entradas, como o limite de perda e as expectativas de retorno - quando a operação deve ser finalizada e o lucro apropriado (claro que estando na mão forte, o stop móvel pode potencializar o resultado). Finalmente, para os mais agressivos - eu prefiro me referir a eles (ou a nós) como investidores "dinâmicos", um acompanhamento atento e próximo se faz necessário para aproveitar as melhores oportunidades.

Mas existe uma hora de parar e sair definitivamente do giro no mercado? Isto também depende. Todos nós gostamos de ganhar dinheiro. E mais ainda da possibilidade de enriquecermos! Mas o quão rico precisamos ficar para nos afastarmos deste convívio? Para muitos, o mercado deve ser explorado por um certo tempo, considerando os períodos de introdução, crescimento, maturação e plenitude. Sem deixar entrar no declínio!

De fato, qual a diferença entre alguém que tenha 2 BI de dolares e uma outra pessoa que acumulou 5 BI! Em valores nominais representa mais do que o dobro. Mas cá entre nós: estariam ou não os dois sujeitos bilionários, a ponto de não precisarem mais trabalhar pelo resto da vida. E este é o aspecto que eu gostaria de abordar. Se para muitos o mercado é um meio, para outros ele é um fim. Como assim? Considero o dinheiro, os ganhos, o lucro, como um resultado direto de operações bem sucedidas. A ambição é uma característica positiva no trader (não confundam com ganância), mas no meu caso particular, eu diria que a vontade de trabalhar, e o prazer que isto me proporciona, supera a possibilidade de abandonar o mercado.

Existe algo que pague tudo isso?

Portanto, sejamos agradecidos às oportunidades que a vida nos oferece, e vamos nos empenhar para fazermos sempre da melhor forma possível o que estiver ao nosso alcance. Isto é que é realização.

Concluindo: é bem provável que vcs ainda me vejam aqui por muito tempo. Sempre buscando uma melhor qualidade de vida, mas fiel aos meus propósitos de evoluir profissionalmente e como pessoa, ser um bom pai, marido, amigo, conselheiro, aluno, professor... não importa! Não sei dizer se toda a riqueza do mundo seria suficiente para me afastar daquilo que gosto de fazer! Mas, um dia, posso até mudar de opinião. Enquanto isso, sigo fiel aos meus princípios, minha ética, conduta... e podendo ainda compartilhar tudo com quem estiver interessado, minha satisfação será dobrada.

Aproveite a vida enquanto vale a pena e procure sentir-se melhor a cada dia, agradecendo esta nossa passagem por aqui, necessária para continuarmos nosso processo evoluitvo. Não deixe para fazer aquilo que gosta apenas quando deixar de trabalhar. O tempo passa..."

TRADE EM WEGE3


Estou postando este a pedido do Picatchu. Trade muito legal, porém conforme escrito acabei entrando antes do recomendado, ficando assim mais interessante. Estou subindo o stop para mínima de cada dia, afim de manter o ganho realizado até agora ~8%.

TRADE EM CARD3


Este não estou realizando, mas analisei ontem e estou postando hoje para verificar depois se confirma-rá. Compra dia 01/10 conforme gráfico, bem como objetivos e stop. Possível reversão de tendência, com confirmação pelo rompimento da LTB, ADX, MACD acendente e ESTOCÁSTICO. Vamos ver!!!!

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Vale do Rio Doce passa a Petrobras em valor de mercado

Pela primeira vez na história, a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) ultrapassou a Petrobras em valor de mercado. No fechamento desta sexta-feira, o valor da Vale do Rio Doce foi de R$ 286,62 bilhões enquanto que o valor da estatal petrolífera foi de R$ 285,33 bilhões.
A diferença entre ambas é de, aproximadamente R$ 1,28 bilhão.
As ações Petrobras PN fecharam o dia em queda de 2,03%, a R$ 59,12 e os papéis da Vale do Rio Doce PN caíram 1,41%, a R$ 52,25.

RAPT4

Realizado venda de RAPT4 dia 27/09 a R$ 18,08 (0x0), após retorno para dentro da congestão anterior indicando rompimento falso de resistência.

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Após pregão volátil, Ibovespa fecha em leve alta e renova recorde; dólar cai

A volatilidade retornou aos mercados brasileiros nesta terça-feira (25) após histórico recente bastante favorável. A falta de tendência em Wall Street fez os ativos brasileiros alternarem altas e baixas ao longo do dia, mas o saldo acabou sendo positivo.Pela manhã, a publicação do índice de confiança do consumidor norte-americano trouxe preocupação. O indicador marcou 99,8 pontos e ficou aquém das projeções, atingindo seu menor nível desde novembro de 1995.Para reforçar o quadro desfavorável no início das negociações, as gigantes varejistas Target e Lowe´s reduziram suas estimativas de vendas e lucros.Um alívioContrabalançando o pessimismo, as ações de empresas norte-americanas ligadas à tecnologia apresentaram alta significativa, contribuindo para a escalada do índice Nasdaq, e o barril do petróleo ficou abaixo dos US$ 80 em Nova York, trazendo alívio após os recordes recentes.Diante deste cenário, o Ibovespa, fechou em leve alta de 0,24%, a inéditos 58.858 pontos, depois de se manter em baixa durante boa parte do pregão. O volume financeiro foi de R$ 4,197 bilhões.Já no mercado de câmbio, o dólar comercial, também após demonstrar instabilidade, recuou 0,59%, para R$ 1,860. O Banco Central realizou leilão de swap cambial reverso, depois de um bom tempo sem este tipo de operação.

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Investimentos: quanto tempo eu tenho para começar?

Investimentos: quanto tempo eu tenho para começar?

Fundos de ações IBX ativo com alavancagem são destaque em trinta dias

Por: Equipe InfoMoney
24/09/07 - 07h15
InfoMoney

SÃO PAULO - Os fundos de ações IBX ativo com alavancagem tiveram o maior ganho, excluindo os fundos fechados, dentre as categorias de fundos de ações, de acordo com a classificação da Anbid (Associação Nacional de Bancos de Investimento), nos trinta dias até 18 de setembro.

A categoria apresentou rentabilidade média de 16,16% no período, superando o retorno médio registrado por todas as categorias de fundos de ações.

Com um patrimônio de R$ 140,43 milhões, a classe mostrou uma captação negativa de R$ 12,18 milhões nos trinta dias.

Menor ganho
Os piores desempenhos, por sua vez, ficaram com as categorias de fundos de ações outros com alavancagem e ações outros, que acumularam rentabilidade de, respectivamente, 6,50% e 11,31% no mesmo intervalo.

As classes, que têm patrimônios de R$ 5,50 bilhões e R$ 29,72 bilhões, tiveram uma captação positiva de R$ 352,55 milhões e R$ 229,64 milhões.


Corretora SIM X Gerafuturo

Estou transcrevendo mensagem do Leandro,

Leandro disse...

Pessoal, temos uma nova corretora em Poa chamada Sim investimentos. Ela faz parte do grupo Souza Barros, eles projetam ganhos maiores que o da Geração Futura. Eu e Airton estaremos realizando uma reunião com eles nessa semana, provavelmente na quinta-feira quem tiver interesse de nos acompanhar e conhecer o trabalho deles entre em contato pelo blog.

sábado, 22 de setembro de 2007

TRADE EM RAPT4 (Randon Participações PN)


Este trade está sendo um pouco agressivo, pois iniciei este sem ter confirmado ainda o rompimento da resistência em R$ 18,25. O ativo está corrigindo no tempo (vejam que as negociações estão à dias próximo de R$18,00), o volume nesta correção vinha caindo, sendo que hoje o volume foi muito bom (rompendo sua LTB), Acumulação/Distribuíçao mostrando entrada de capital, tocando a base de sua LTA e subindo. Último parâmetro analisado é que este ativo faz parte da carteira da Geração Futuro. Compra em R$18,00 (dia 21/09) e objetivo em R$19,84, 50% da projeção de Fibo da última perna de alta. Stop abaixo de R$ 17,40.

Análise Gráfica

Amigos, criei uma área ao lado chamada "Análise Gráfica" na qual colocarei links relacionados. Aos que desejarem aprender um pouco de indicadores e formas de análises será bem legal. Inseri o primeiro link "Candlestick". Bom aprendizado.

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

TRADE EM JFEN3(João Fortes ON)

O gráfico que segue é de JFEN3 período de 60 min. O trade realizado foi após identificar um grande volume juntamente com o rompimento da LTB (compra a R$ 7,15). Objetivo em 50% da extensão de Fibonacci (não plotado no gráfico) da última perna de alta, venda a R$ 8,30. Lucro de 13% em um dia. Poderia ter aguardado e realizado na extensão de 61,8% (8,43) ou 100% (~9,0), porém como subiu muito rápido preferi encerar o trade.

Trade

Amigos em breve postarei alguns trades que realizei. Assim que for realizando os próximos trades os colocarei para avaliação.

O inicio do Blog

Este blog está sendo criado como um meio de discussão e aprendizado de como analisar ativos da Bovespa e assim um dia deixarmos de ser "Sardinhas do Mercado" e virarmos Traders.